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CONSULTORIA - COMUNICAÇÃO

Antes de apresentar os diferentes tipos de intervenções que o nosso Gabinete está em condições de oferecer às empresas, parece-nos importante precisar o que, do nosso ponto de vista, o conceito de «Comunicação» cobre.

1. COMUNICAÇÃO OU INFORMAÇÃO

Não é raro sermos chamados para ajudar ou assistir a empresa, um serviço do governo, uma administração que deseja informar os seus clientes de uma alteração ou de um novo serviço. O que se procura aqui são as palavras, as imagens que impressionam, as fórmulas de choque que se gravam na memória! Sabemos que a informação, segundo a teoria de Newcomb, é o que permite atenuar ou eliminar as nossas ansiedades ou as nossas incertezas. Comunicar para informar é, portanto, procurar as angústias, as frustrações do auditório a fim de cinzelar um discurso que seja efectivamente entendido.

2. ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO OU PUBLICIDADE

Quando a marca de produto ou de insígnia deseja comunicar as suas imagens, as suas vantagens, o seu posicionamento, pensa sempre em publicidade. É verdade que o trabalho das agências de publicidade é essencial. A sua criatividade existe para fazer passar a mensagem. Contudo, a experiência mostra que existe por vezes, para não dizer frequentemente, um antagonismo demasiado forte entre a estratégia de comunicação e a publicidade. A estratégia de comunicação tem como missão determinar a base sobre a qual a agência de publicidade irá exercer a sua criatividade e os seus conselhos em ?media planning?. Portanto, não se trata apenas de pensar em termos de mensagem a curto prazo, mas sim em termos de mecanismo de comunicação no âmbito de uma projecção a médio e longo prazo. A estratégia de comunicação tem em conta o ponto de vista do consumidor e dos concorrentes, bem como os objectivos da empresa. Isto só pode ser feito utilizando esquemas de reflexão e de tomada de decisão ad-hoc.

3. COMUNICAÇÃO PESSOAL

Quando os responsáveis das empresas querem informar, cativar, dinamizar os seus colaboradores, sentem muitas vezes a necessidade de comunicar melhor. Isto faz também parte do trabalho da consultoria em comunicação. Como é evidente, é necessário regular os problemas da linguagem gestual, do tom de voz, mas é também necessário que nos interessemos pelo discurso, ou seja, pelo que os responsáveis querem transmitir. Muitas vezes, eles querem dizer demais, ou dizer tudo, num espaço de tempo afinal muito restrito. É por isso necessário, em conjunto com os responsáveis, procurar estruturar o discurso de forma que seja entendido.

4. COMUNICAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA

Hoje em dia, a comunicação passa cada vez com mais dificuldade. O consumidor, o cliente estão cada vez menos abertos a escutar as propostas de marketing ou publicitárias. Eles desconfiam, para não dizer que se opõem fortemente. Internet. Posto isto, o quadro é menos sombrio do que poderia parecer! Graças às novas tecnologias da informação e nomeadamente à taxa de equipamento dos lares em matéria de Internet de alta velocidade, podemos hoje em dia construir campanhas de comunicação «alternativas» que permitem tocar os consumidores de uma forma totalmente diferente, com impacto e eficaz. É a comunicação dita de «Permissão» que substitui actualmente a comunicação clássica qualificada por Seth Godin como comunicação de interrupção. A Georges Chetochine Conseil é provavelmente hoje em dia uma das empresas mais avançadas neste domínio e consultora de empresas como a France Télécom, Orange, Belgacom, indústrias e laboratórios farmacêuticos que sentem actualmente a necessidade de ter uma outra comunicação para venderem os seus produtos e os seus serviços.

Comunicar é, de facto :

"Fazer chegar uma informação, uma mensagem, ao cérebro do outro ou dos outros a fim de alterar as atitudes e os comportamentos"

Partindo do princípio de que temos três cérebros:

  • O Reptiliano, ou seja, o nosso cérebro primitivo que rege a nossa sobrevivência reflexa.
  • O Límbico, o cérebro que gere as nossas emoções sociais e a nossa sobrevivência no grupo.
  • O Neocórtex que é o cérebro onde se situa a sede da fala, do imaginário, da resolução dos problemas.

Comunicar é saber interessar, animar, desencadear o desejo a favor do produto, da marca, do serviço em cada um destes três cérebros!

Desta forma, o gabinete dedicou-se a definir os tipos de comunicação que poderiam interessar cada um dos cérebros, a fim de permitir à mensagem entrar e, sobretudo, ficar na memória.



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